Uma Opereta encantadora

Casamento a luz das Lanternas lota o Grande Teatro duas noites com apresentação leve, divertida e emocionante da Orquestra Jovem da SCAR

Duas noites de diversão, música e atuações de gala. A Orquestra Jovem da SCAR e os solistas convidados proporcionaram ao público de Jaraguá e região um espetáculo leve, divertido e de qualidade técnica.

Com estreia no domingo, 25/8 e reapresentação na terça, 27, a opereta levou ao palco uma história de amor, com cenas em português e músicas cantadas em francês, idioma original em que foi composta por Offenbach.

O Casamento à luz das Lanternas tem 5 papéis, sendo quatro cantores e um ator. De São Paulo vieram a Mezzo Soprano Catarina Taira, a Soprano  Maria Sole Gallevi e o tenor Rodrigo Kenji, enquanto a Soprano Betina Belli Maliska veio de Florianópolis e de Jaraguá, o ator Jean Bachmann. Maria Sole, italiana que mora no Brasil há seis anos, fez o papel principal na ópera Suor Angelica, apresentada em janeiro no FEMUSC.

A tradução e adaptação do texto, direção de cena e produção dos figurinos e cenários ficou a cargo do núcleo de teatro da SCAR, em um trabalho que envolve cerca de dez pessoas desde junho e que se intensificou nas últimas semanas, com os ensaios presenciais com cantores e orquestra. “Optamos por um visual atemporal, com cores em tons de terra e um cenário que permite mudanças rápidas de cena. Embora a história se passe no século XIX, ela envolve sentimentos humanos que não mudam, como amor e ambição”, revela o diretor Fred Paiva.

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